Sei de um da, sei de uma hora, sei que será mas nunca quando. Porém, que o seja!
Breve e sereno a hora turva.
Em que, um "Mundo" é o outro passo!
Determinar razões, obter resultados e capacitar teorias!
Dar aquele passo calculado, resolver o espaço e explicar o erro!
Determinates complexas mas básicas que, de, em tudo obtêm resultado!
Uma outra realidade, divisível, subtraível, multiplicável e adicionável mas,
nunca visível!
Procurar para encontrar, por toda uma vida!
Sem o saber, quem e um nome...
Esperar que um dia, do Passado e no Futuro se encaixem as "metades" na perfeição e, contando tudo!
Descobrindo sem viagem o, encontrar de uma razão!
Talvez esta seja apenas a, ideia errada ou, o a grande mentira de toda uma vida!
Delicadamente, precaveram-se de todos os adereços e vestuário em modo tão
única representação da mentira quase verdade.
Um tempo que não sabe que passa!
Aquela angústia dita de hora marcada!
A desgraça por, ter perdido o momento certo!
E, o que já não volta a acontecer...
Mata-se, a promessa todos os dias!
Destroem-se fantasias, mentiras, por uma hora marcada.
A imaginação está "proibida"!
O surrealismo tem medo de si mesmo! Porque, passou a chá instântaneo!
Porém, em todas as coisas e, em tudo o que não se consegue ver e sentir, vive-se num segredo mais que a vida.
Aquela mensagem que diz pouco por ser, um absoluto silêncio: A, oportunidade de nada dizer.
A garantia que assim, tudo fica como antes.
Um antes do medo e, um depois da vitória!
Por entre vidas, ideias e coisas mais certas, fica-se a memória que o tempo vai apagando!
Por "coisas", tantas vezes ditas e repetidas, cansando o tempo!
Viver por assim ser é, ter de caminhar sem nada saber!
Ali que assim, um vento que não fica e, outro tempo que não volta.
Sempre assim foi e, volta todos dias como as mentiras que fingem medo.
Como uma vida inteira, a correr prometendo ter um dia diferente amanhã.
E, acordar prometido por uma outra hora, por um outro segredo que é aventura!
Viver sem parar, descontruindo montagens e, tudo e tanto à volta!
Uma vida que, a felicidade prende!
Há sempre um segredo! Que, por tão completamente irrevelável, vive a cada momento guardado.
Aquela irresponsabilidade disciplinada em não contar, não dizer e, ser a regra...
Até que esquecido!
Um dia resurge... Fora de tempo, desalinhado, fora do momento e passa a ridículo!
Estranhamente segredo!
A, verdade do que sinto é o que não posso. Assim dizer quanto e como para onde.
E, sem ter que em conseguir, fazer-se de mim o que de perto se acha ser futuro.
Pode que assim ser o que não se pensa. Que é o mesmo do que não se faz.
Sem nada conseguir! Ser o que outros de mim são!
E, o tempo passa, indeterminando o erro e a barafunda!
E, assim que o tempo seja terminado ficará por entender tanto tempo...
Tudo, o que pode e, não o se sabe, demora.
Escrever como agora sem pensar? Assim como quem assina eternamente?
Uma fuga em acreditar em ser e conseguir?
Partir um vidro, bater com uma porta, tocar em todas as campainhas, e continuar...
Um pulo de tristeza outro pulo de alegria, pouco importa!
Se, onde ir? Por aquela ou outra direcção? Ou apenas ficar a ver tudo e todos a passar?
Vou pensar... Talvez, quem sabe se pensar?
Desprovidos de razão, vivem agressivamente de um jogar ao empurrão.
Selccionam e gerem contactos, na ideia de quem mais útil a alcançar e, aquela migalha de "poder".
Quando o precisam, são da maior simpatia e amizade.
Caso, os seus interesses não sejam alcançados ausentam-se num olhar distante.
Quando em frente de uma real incapacidade a quem pediram um favor e nada obtiveram logo, passam a OFF!
Amigos de supermercado!
Vivem na sua rota conforme numa inflação!
Os seus olhos brilham com os Saldos de amizades.
Bastam-lhes alguns que, tudo façam e ofereçam mesmo que, sendo ingénuos!
Os melhores vão ficando por prateleiras.
Foram passando de "moda".
A vida... Um nunca!
Um tempo que não chega para tanto!
E tudo, muita coisa que assim estudada, fabricada, construída num fazer sem parar!
Um Mundo esquisito onde o medo, é tédio e as emoções, esboços!
Tamanha montanha onde, ficam inúteis e perdidas, coisas!
Porque o foram e ficaram por um nunca... Depois da vida!
Lá fora, a vida continua! Cá dentro a vida passa!
E, para que não se fique, não de saiba o que não se vive, a viagem deve continuar!
Tanto do que não se faz, planos por resolver, projectos na gaveta, ideias para um futuro...
O, agora é o momento. O tempo de viagem. Conseguir!
Afinal, diz-se que, decidiram e, governam!
Resolvem e mantêm decisões e, tudo fazer e continuar!
Mesmo que erros sejam, devem parecer vitórias!
Não importa se a medo, se por miséria, apenas importa, governar!
A sua imagem, uma "união", as pastas, papéis organizados e, a encenação!
Mantendo-se todos na roda, porque enquanto seja "dentro" da roda, tudo o que vai, volta!
O que é emprestado, partilhado vai ter de voltar...
E, por não saberem estar e ver o Mundo de outro modo, governam para tudo assim continuar!
Estudaram, lutaram por serem selccionados, aplicam as regras e passam da roda!
Ouvem, falam, escrevem, lê-em e sentem dentro da roda. Mas, nada podem mudar!
A roda não pode perder a forma!
Aquele dia foi mágico.
E diga-se de quem não viu, tudo perdeu.
Foi de alegria. Foi de força e emoção!
Quem nunca o sentiu e viveu, tudo pode pensar!
Mas acreditar mais de quem assim foi, não há!
Foi mais que a imaginação, mais que o melhor de tudo, o que quiz, voar!
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. Um dia!
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